sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Começa o nosso Ciclo de Sexualidade!!!

Dia 11 começa o nosso Ciclo com o primeiro dos encontros. Para estar presente só tens de enviar um email a 180.acores@gmail.com para reservar a tua vaga!

sábado, 23 de setembro de 2017

O nosso folheto!!




Passamos o verão a trabalhar para trazer-vos novidades no Outono!
Hoje vos apresentamos o nosso folheto sobre outra das nossas áreas de intervenção: a  Terapia Sexual. Poderão encontrá-lo em diferentes locais!



terça-feira, 19 de setembro de 2017

Ciclo: Outono e Sexualidade

Após as férias de verão regressamos com novidades "Quentes". Apresentamos um Ciclo de Sexualidade, onde poderão desfrutar e aprender a tirar o máximo prazer da vossa sexualidade.


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Ejaculação Feminina, existe?

Embora o assunto seja muito controverso entre os médicos e cientistas, a ejaculação feminina realmente existe. A dificuldade em comprovar a existência da ejaculação feminina se dá pelo fato de que os médicos não conseguem entender de onde vem o fluído. Apesar de ainda inconclusivo, acredita-se hoje que as verdadeiras responsáveis pela ejaculação feminina sejam as glândulas de Skene, que ficam próximas ao clitóris e a abertura da uretra.
















A ejaculação feminina não é realmente uma ejaculação.
As mulheres, obviamente, não possuem todo o aparato necessário para ejacular. A ejaculação feminina se trata somente de um líquido expelido pela uretra quando as glândulas de Skene são estimuladas, mas ficou popularmente conhecida por esse nome por sair como um jato, geralmente durante o clímax sexual, de forma muito semelhante à ejaculação masculina.

Lubrificação vaginal e ejaculação feminina são coisas diferentes.
Muitas pessoas acreditam que a ejaculação feminina não passa de lubrificação excessiva durante o orgasmo. É verdade que algumas mulheres produzem muita lubrificação e, durante o orgasmo, com a contração da vagina, bastante líquido pode ser expelido. No entanto, a ejaculação feminina é um fenômeno completamente diferente e só acontece durante o clímax sexual, assemelhando-se muito ao ato de fazer xixi. Ao contrário da lubrificação vaginal, o fluído da ejaculação feminina tem uma consistência aquosa, é transparente e tem cheiro diferente.

A ejaculação feminina não contém urina.
Embora seja possível, é muito difícil tanto para homens quanto para mulheres conseguir urinar durante um orgasmo. Os músculos da região pélvica se contraem, impedindo a saída de urina. O motivo por que as mulheres sentem vontade de urinar perto da ejaculação é porque as glândulas que secretam o líquido ficam muito próximas a uretra. Na verdade, mesmo sem ejaculação, qualquer estímulo na região do clitóris pode provocar uma intensa sensação de vontade de urinar. Se você tem dúvidas, basta esvaziar a bexiga antes para ficar com a consciência tranquila. A composição da ejaculação feminina já foi muito estudada assemelha-se muito mais à composição dos fluídos prostáticos expelidos pelos homens do que a urina.

Quase todas as mulheres são capazes de ejacular.
Como todas as mulheres possuem glândulas de Skene, todas são aptas a ejacular. Algumas têm mais facilidade que outras, mas com a devida aprendizagem, a não ser que haja algum problema ou doença, não há nenhum motivo para acreditar que você, sua parceira ou qualquer mulher não possa ejacular.

A ejaculação feminina não é sinal de doença.
Não há nenhuma ligação entre a ejaculação feminina e algum tipo de doença. Há muitas mulheres perfeitamente saudáveis capazes de ejacular, incluindo mulheres idosas e mulheres jovens, o que indica que a ejaculação feminina também não tem nenhuma relação com doenças relacionadas à idade ou à menopausa.

Um orgasmo com ejaculação não é mais intenso.
A sensação de expelir líquido durante o orgasmo pode ser muito boa, mas o orgasmo em si não é necessariamente mais intenso só por causa da ejaculação feminina. Além disso, para conseguir ejacular, é preciso estimular a região da uretra, que fica muito próxima ao clitóris e às glândulas parauretrais, o que proporciona muito prazer. No entanto, não há nenhuma relação direta entre a intensidade do prazer e a presença da ejaculação.

A ejaculação feminina não é como nos filmes pornô.
Não se decepcione se você ou a sua parceira não soltarem jatos quilométricos de fluído. A ejaculação feminina é um jato e pode sair com mais ou menos intensidade e volume de mulher para mulher, mas jamais do modo exagerado como aparece nos filmes. As atrizes pornô geralmente bebem muita água antes de filmar e urinam durante a cena, para simular uma ejaculação. Outras colocam água na vagina e contraem o músculo pélvico para expelir, explicando por que tanta gente acha que a ejaculação feminina sai da vagina.

Estimular o ponto G não é a única forma para conseguir ejacular.
Há um mito de que o único modo de alcançar a ejaculação feminina é estimulando o ponto G. É verdade que essa é uma das formas mais populares, até mesmo porque o ponto G fica extremamente próximo das glândulas que secretam a ejaculação feminina. No entanto, é perfeitamente possível ejacular com estimulação somente externa, pressionando o clitóris e a uretra, por exemplo.

Agora que temos mais informação sobre o nosso corpo, bora lá experimentar?
Info recolhida da web:
http://lugardemulher.com.br/

terça-feira, 18 de abril de 2017

Amar a si próprio/a no contexto LBGT

Há uns anos a Pride Azores pediu-me que fala-se sobre a dificuldade que algumas pessoas LGBT (lesbicas, gays, bisexuais e transgénero) sentiam em amar-se a si próprias.

Para preparar a palestra comecei a perguntar-me se existiam realmente diferenças no desafio que supõe amar-se a si próprio/a para qualquer pessoa LGBT ou heterossexual…e rapidamente apercebi-me que existem claras diferencias, mas comecemos pelo desafio comum.

Amar-nos a nós próprios é uma difícil tarefa para todos/as nós, uma luta diária para alcançarmos um estado de felicidade.

Amar-nos a nós próprios/as é ante tudo a aceitação incondicional e completa de todos os nossos aspectos! (grande desafio!)

Amar o nosso corpo tal qual é, sem força-lo a ajustar-se a um modelo que nos impuseram, cuida-lo e respeita-lo por dentro e por fora.
Amar e aceitar as nossas emoções, pois todas elas têm uma função positiva na nossa vida.
Amar a nossa alma, a nossa parte espiritual.

Este amar-nos a nós próprios é uma luta diária individual, mas o certo é que o nosso contexto, comunidade, família…pode ajudar-nos a que esta seja uma luta mais fácil ou mais difícil.

Todos/as nós seja qual for a nossa orientação sexual precisamos de validação, o que significa isto, validação é “sentirmo-nos valiosos” sentir que somos importantes, respeitados e valorizados. Validar significa reconhecer todos os aspectos do outro/a:

Como é que ele/ela se sente
O que gosta
Quais os seus talentos
O que lhe faz rir
O que lhe faz chorar

Como a validação vem de fora, há uma parte da nossa auto-estima que depende da nossa sensação de ser valioso/a, o seja depende da imagem que os outros nos devolvem de nós próprios, (os outros como espelho) e essa imagem vê-se comprometida se não recebemos uma boa imagem do exterior.


As pessoas LGBT de hoje em dia, são aqueles que cresceram numa cultura onde se lhes negou a validação da sua sexualidade. Tradicionalmente cresceram em famílias onde ser homossexual está mal visto, é mau, pecado ou uma doença…isto faz com que muitos/as deles/as tenham passado alguma etapa do descobrimento da sua orientação sexual carregando culpa, vergonha e solidão. Muitos são os casos das pessoas que tiveram de emigrar para poder ser eles proprios/as e vivenciar a sua sexualidade de uma maneira mais relaxada… sem tanta pressão social…(tendo em conta o trauma que supõe uma dupla vida ou ter que estar longe dos seus e das suas raizes para poder crescer..)

Outras vezes à procura da validação dos outros para sentir-nos amados podemos por em risco a própria vida e saúde, tendo relações onde convertemo-nos num objecto para o outro enganando-nos a nós proprios e confundindo este conceito com o conceito do amor…por exemplo a prostituição dos adolescentes…

Constantemente ouvimos que a aceitação é o ingrediente principal para a felicidade, e que só quando nós gostamos de nós proprios os outros poderão gostar de nós. Mas o que é a aceitação?

A aceitação é fazer as pazes connosco proprios e não querer, não desejar ser outra pessoa.
No geral todos nós passamos por um processo de aceitação da nossa identidade, seja pela nossa raça, orientação sexual, género, nacionalidade…(o meu exemplo)

Mas para uma pessoa LGBT, a dificuldade vem do facto de que desde a sua infância estão a ouvir mensagens discriminatórias em relação à homossexualidade ou outras orientações que não a hetero. Com conceitos associados a características negativas…a nomes feios: “maricas” “bichas” “rabeta” “fufas””travecas”…por isso é difícil aceitar que somos uma coisa que é tão denegrida pelos outros.
Os/as que não conseguem aceitar a sua orientação ou o facto de q esta seja publica acabam por viver “no armário” a esconder quem são dos outros e de si próprios/as.

Imaginar viver num armário? Mesmo fisicamente... Imaginem-se agora dentro de um armário…até pode ser de Madeira, plástico...pequeno ou grande…o armário até pode ser bonito, cómodo, funcionar como um refúgio…mas seja como for …após anos é sufocante…e isso magoa o nosso desenvolvimento…

Sair do armário é o primeiro grande passo da aceitação de um próprio porque aceitas-te frente ao mundo!
Não é importante que os outros saibam da nossa orientação, a nossa orientação faz parte da nossa privacidade mas o importante de dizer aos outros ou pelo menos não esconde-lo é o facto de que nós consigamos falar em voz alta de mais uma parte da nossa identidade sem vergonha, culpa ou medo…

Quando uma pessoa LGBT vai à terapia porque a sua orientação sexual está a mexer com o seu bem-estar…o problema não é a orientação sexual, o problema é a dificuldade em aceitar-se, em amar-se a si próprio/a, por isso a terapia deverá sempre ir na direcção de dar-lhe as ferramentas que precisem para uma sã identificação que lhe permita ser inteiramente feliz.





A chave para chegar a esta aceitação esta no AMOR, O AMOR PROPRIO, vem de interiorizar que ser LGBT não é um castigo e sim uma prenda da vida, da natureza!

Mas o amar-nos a nós proprios não sucede de um dia para outro...é um processo, para muitos/as de nós é o resultado de uma vida! Mas não devemos desistir!

O processo de construção da identidade, da nossa orientação sexual é um processo individual, mas como o resto dos processos dentro da construção da nossa identidade depende, muito do nosso contexto familiar, social e cultural...e é aí onde entra a nossa responsabilidade enquanto sociedade de lutar para que ser LGBT seja aceite de igual forma do que a heterossexualidade.
É por este motivo que eventos como este, no qual se inclui a Marcha do sábado fazem sentido!

Por isso da minha parte, mais uma vez obrigada Pride Azores pelo vosso trabalho na Região e pelo convite, a vossa luta é de todos/a nos e o 180 Terapias está nesta luta.



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

O que é o vaginismo?

O Vaginismo é uma contracção vaginal que causa desconforto, ardência, dor, problemas de penetração ou total incapacidade de ter relações sexuais.

O estreitamento vaginal resulta da contracção involuntária do assoalho pélvico, especialmente o músculo pubococcígeo (músculo PC), embora a mulher possa não estar ciente de que esta é a causa da dor ou dificuldades de penetração.

O vaginismo é uma causa comum de dor sexual contínua . A dor sexual pode afectar as mulheres em todas as fases da vida; mesmo aquelas que, durante anos, tiveram sexo sem dificuldades. Ainda que algum desconforto temporário durante a relação sexual seja normal, problemas frequentes devem ser diagnosticados e tratados.

O vaginismo é considerado um dos distúrbios sexuais femininos tratáveis com maior sucesso. Muitos estudos demonstraram que as taxas de sucesso no tratamento chegam a quase 100%. O tratamento segue um processo fácil, em formato passo-a-passo.

O que acontece com o meu corpo?

Reagindo à antecipação da dor, o corpo automaticamente contrai os músculos vaginais, fechando-se para se proteger de algum perigo. O sexo se torna doloroso ou desconfortável, e a penetração pode ser mais difícil ou impossível, dependendo da gravidade do caso. Com as tentativas de sexo, qualquer desconforto resultante reforça ainda mais o reflexo da contração, de forma que ele se intensifica mais. O corpo sente mais dor e reage “apertando” ainda mais os músculos, em um círculo vicioso, reforçando esta resposta e criando um ciclo da dor.















A antecipação da dor, ansiedades emocionais ou mensagens sexuais não saudáveis podem contribuir para reforçar os sintomas do vaginismo. Frequentemente, mas nem sempre, existem sentimentos negativos subliminares de ansiedade associados com a penetração vaginal.

O vaginismo é altamente tratável. O tratamento bem-sucedido do vaginismo não requer medicamentos, cirurgia, hipnose, nem qualquer outra técnica invasiva complexa. As etapas de tratamento muitas vezes podem ser concluídas em casa, permitindo que a mulher tenha o seu próprio ritmo em privacidade mas em cooperação com seu profissional da terapia sexual.

Se acredita que pode estar a sofrer de vaginismo, contacte-nos. No 180 Terapias Acores podemos ajudar.



quarta-feira, 11 de maio de 2016

Satisfeita com o sexo oral que recebe?

Como é possível que uma prática sexual tão excitante tenha sido batizada de uma maneira tão feia: cunilíngua, que mais não é do que acarinhar o sexo feminino com a boca e inclusive praticar uma espécie de penetração com a língua, excitando especialmente a vulva, o clítoris e a entrada da vagina. A palavra que deriva da união de cunnus (vulva) e lingere  (lamber) soa a qualquer coisa menos a prazenteira experiência que (nos) supõe estimular os órgãos sexuais femininos. De facto, depois da masturbação, o cunnilingus ou sexo oral é a segunda maneira mais efetiva para uma mulher alcançar o orgasmo.

Mas muitas mulheres não desfrutam com o sexo oral  que recebem, inclusivamente sentem-se  incómodas com esta técnica. Cada uma gosta do que gosta, e considera o que é “normal” nas suas relaçoes sexuais. “Evidentemente não podemos obrigar ninguém a fazer o que não quer, mas sim devemos perguntar-lhe o porque não gosta no sexo oral”, diz a sexóloga Ana L. Talavera. “Um dos motivos mais comuns pelos quais não se sentem satisfeitas com o sexo oral deve-se aos medos que essa técnica pode provocar. Ninguém nos fala deste assunto, da mesma forma que ninguém nos fala sobre o como devemos masturbar-nos”.

Ainda há mulheres em processo de libertar-se da vergonha sexual de ter o(a) seu(ua) parceiro(a) perto e mais da vergonha pessoal que lhes provoca expor os seus próprios genitais. “Para elas a ideia do cunnilingus pode gerar  poderosas imagens do corpo ou pode alimentar os medos em relação ao aspeto do seus genitais, o cheiro deles, ou o seu sabor –continua a sexóloga. No momento em que deviam estar a desfrutar, este tipo de mulheres está preocupada sobre o que pensará o seu/sua parceiro(a) delas e dos seus genitais”. Para além disso, sob o sexo feminino pesam preconceitos que falam de cheiros fortes e outras circunstâncias que podem provocar rejeiçao. O sexo cheira e é natural que também o dos homens. A soluçao recai sobre uma boa higene íntima e se o problema persiste, recorrer a uma consulta médica (caso exista algum problema).

Para além da fundamental higiene íntima (ninguém gosta de comer num prato sujo…), a segurança no momento de realizar o cunnilingus também é importante. O sexo oral é uma técnica com menos riscos de contágio do que o sexo anal ou vaginal, visto que a nossa boca está habituada a conviver com milhares de bactérias e é muito resistente. Mas não significa que não exista risco “caso o teu parceiro (a) tenha um herpes labial, não deveriam praticar sexo oral sem proteção. No caso dos rapazes um preservativo e no das raparigas um protetor bucal que é uma especie de lençol muito fininho, de forma quadrada que deve usar-se para cobrir a zona que vai lamber-se”, explica Ana L. Talavera.


As posturas para o cunnilingus

Esclarecido o assunto de ter a zona genital limpa e fresca, interessa conhecer a postura mais adequada para o cunnilingus.

Evidentemente será aquela na qual ambas pessoas estejam cómodas e onde a pessoa que dá o cunnilingus tenha um maior acesso para estimular os genitais da sua parceira”, aponta a sexóloga. Vamos propor-te algumas opções:

Caso queiras dominar a situaçao, esta é a posiçao para ti. Coloca-te sobre o teu parceiro (a), que estará deitado (a), deixando a sua cabeça entre os teus joelhos. Pede-lhe que ponha a língua de fora, enquanto tu, movimentas as tuas ancas para procurar a estimulação que procuras.















Outra postura, muito excitante, é sentada com as pernas abertas e o teu parceiro (a) ajoelhado (a) de frente para ti. Nesta posição, será a pessoa que dá o cunnilingus quem controla a experiência, embora devas sempre participar e possas fazer sugestões.






















Outras dicas:
- Eleva a sua pélvis com umas almofadas.
- Quanto maior abertura das pernas mais espaço terás para “trabalhar”.
- Podes fazer movimentos circulares com a língua sobre o clítoris ou fazer o alfabeto com a língua.
- Algumas mulheres gostam que lhes introduzam os dedos na vagina ao mesmo tempo que são estimuladas com a língua.
- É primordial ter em conta o ritmo, a maior parte das mulheres sente mais prazer com uma pressão firme e movimentos repetitivos.
- Mantem o contato visual com ela e esquece o relógio! Não se deve ter pressa.

“No caso de ambas as pessoas gostarem do jogo de dar e receber, a postura estrela seria o 69, ou seja a arte de sentir e fazer sentir ao mesmo tempo” diz a Ana Talavera.
Em relação aos pontos chave a estimular há que ter em conta duas coisas: que cada mulher tem a suas preferências e a sua sensibilidade da vulva e clítoris. Ou seja “ as preferências podem variar com o passar do tempo: o que hoje não gosto, amanhã pode ser que me deixe doida de prazer. Ou pode acontecer que as técnicas que punham maluca a tua ex, deixem a tua nova parceira fria”- e viceversa.

 O clítoris conta com milhares de terminações nervosas, mais do que em qualquer outra parte do nosso corpo. Esta sensibilidade merece certa delicadeza durante a estimulação.

Para encontrar a fórmula ideal de estimular com sexo oral “ uma das melhores estrategias é observar os sinais que emite o seu corpo perante as diferentes formas de estimulação”. Os gemidos, a sua respiração, a maneira como se mexe, são pistas fundamentais para saber o que é que ela gosta, mas também podes sempre perguntar-lhe diretamente e pedir-lhe que a sua mão atue como guia”.
No próximo post falaremos do sexo oral para eles!


Adaptação do texto escrito para o diário Ideal por Rocío R. Gavira e a sexóloga Ana López Talavera de PuntoTgranada.